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Internação involuntária

Internação involuntária

Muitas famílias lidam com a dependência química de um ente querido e lutam há tempos para que ele aceite tratamento. Porém há um momento em que elas percebem que a pessoa se torna um risco não apenas para si quanto para os que estão a sua volta.

É o caso, por exemplo, daqueles que, quando têm momentos de lucidez tentam o suicídio ou dos que de tão drogados que estão se tornam agressivos a ponto de agirem com violência contra sua própria família.

Nessa hora difícil e dolorosa, uma decisão precisa ser tomada: tratar esta pessoa ainda que ela não queira tratamento. É aí que entra a internação involuntária. Saiba mais sobre ela a seguir.

 

O que é a internação involuntária?

É quando um dependente químico é internado contra a sua vontade, mas com autorização da família.

Funciona da seguinte forma: um familiar que possua ligação consanguínea com o indivíduo se dirige à clínica e preenche uma solicitação, autorizando a internação. O dependente é levado até lá e avaliado pela equipe. Constatada a necessidade de internação, o médico emitirá um laudo e o MP (Ministério Público) será comunicado.

 

Serviço de remoção

A Clínica Viver sem Drogas dispõe de um serviço de remoção. Trata-se de uma equipe que vai, em carro descaracterizado, ao local onde o dependente se encontra com o objetivo de levá-lo à clínica.

Isso envolve o trabalho de profissionais experientes, que farão a remoção do paciente de forma humanizada e o mais discreta possível.

 

Acompanhamento familiar

Ao longo do processo, por mais que saibam estar fazendo o melhor possível pelo paciente, a família lida com muitos questionamentos internos. São pessoas que há algum tempo estão fragilizadas, convivendo com um ente querido que, devido ao vício, tem-lhes trazido decepção, dor e sofrimento.

Não é raro que muitos tenham se tornado codependentes. Esses indivíduos precisam ser acompanhados pela equipe, em especial por psicólogos e terapeutas, a fim de que possam se curar de suas dores e seguir em frente porque uma nova jornada está começando.

 

Uma boa notícia

A boa nova é que, após a desintoxicação – a primeira etapa do tratamento – o dependente começa a cair em si, refletindo sobre suas ações. Ele finalmente tende a reconhecer o quanto as drogas afetaram sua vida, percebendo a importância de corrigir seus erros e seguir em frente.

Nesse momento, ele entende que se tratar é preciso e assim se torna grato à família por ter-lhe providenciado uma oportunidade de recomeçar. Dessa forma, uma internação que começou involuntária se converte em adesão ao tratamento, elevando muito as chances de sucesso de todo o processo.

 

Saiba que a Clínica Viver sem Drogas vem há 10 anos lidando com dependentes químicos. Temos uma equipe experiente e qualificada que pode ajudar não apenas o paciente, mas a família dele também. Venha esclarecer suas dúvidas com nossos profissionais!

Somos especializados no encaminhamento e tratamento de usuários de drogas. Entre em contato com a Instituição Viver sem Drogas para conversarmos mais! 
 
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