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Clínica para tratamento de crack

Clínica para tratamento de crack

O crack é uma droga que surgiu na década de 80, mas só chegou ao Brasil na década de 90, se popularizando desde então, principalmente pelo seu baixo custo em comparação às demais drogas ilícitas.

Ele é um subproduto da pasta da cocaína, mas muito menos puro do que ela, contendo resíduos de muitas substâncias que são misturadas no processo. Diferente da coca, que é vendida em pó, o crack é vendido em pedras que são colocadas em cachimbos, muitas vezes improvisados, para serem fumadas.

Trata-se de uma substância com um poder impressionante de causar dependência. Muitas pesquisas mostram que a partir do primeiro uso o vício já se estabelece.

No post de hoje, falaremos sobre os efeitos do crack no organismo, assim como sobre os sintomas da dependência. Acompanhe!

 

O que sente alguém que experimenta o crack?

Os efeitos do crack no organismo humano são os mesmos da cocaína, mas mais intensos e curtos: muito prazer, grande euforia, sensação de poder e insônia são apenas alguns deles.

Porém, devido ao crack ser uma pedra e por isso ser inalado, seu efeito se inicia muito mais rápido: entre 10 e 15 segundos. O tempo de duração desse “barato” também é muito curto: 5 minutos. Isso faz com que a pessoa queira prolongá-lo usando uma nova pedra e aí é que se estabelece a dependência.

 

O que o crack causa no organismo?

Infelizmente trata-se de uma droga com imenso e rápido potencial destrutivo. Para se ter uma ideia, um usuário de crack pode perder até 10 quilos em apenas um mês. Isso acontece porque, uma vez que se vicia, a pessoa quase não come ou dorme, o que faz com ela caminhe para um quadro de grave desnutrição.

E não é só isso: tonturas e dores de cabeça surgem e evidenciam os efeitos no sistema nervoso. Pneumonia e tuberculose, assim como escarro com sangue e falta de ar também são comuns, revelando um comprometimento no aparelho respiratório.

No coração, problemas como arritmia, isquemia ou infarto mostram efeitos no sistema circulatório. Náuseas, dores no abdome e diarreia sinalizam que o aparelho digestivo também está comprometido.

E não apenas a saúde física sofre. A mente também não está livre dos efeitos negativos dessa substância. Usuários de crack podem apresentar quadros psiquiátricos graves, alucinações, delírios e paranoias.

Por tudo isso, não é incomum que um usuário tenha morte súbita, inviabilizando, por exemplo a possibilidade de prestar o socorro adequado. Além disso, pesquisas mostram que dependentes de crack têm um tempo médio de vida muito menor do que os de outras drogas.

 

Como tratar a dependência?

Infelizmente há casos em que, até devido ao comprometimento neurológico, a pessoa não consegue ter discernimento para compreender que necessita se tratar, o que faz com que, nessas situações, sejam maiores as ocorrências de internação involuntária e compulsória.

 

Na Clínica Viver sem Drogas, temos uma equipe preparada para lidar com estas situações. Ela realiza remoções em veículos descaracterizados e está apta a esclarecer todas as dúvidas da família sobre o assunto.

Internar um ente querido nessas circunstâncias, não é fácil, mas se torna necessário. Venha conversar com nossos profissionais e esclarecer suas dúvidas!

Somos especializados no encaminhamento e tratamento de usuários de drogas. Entre em contato com a Instituição Viver sem Drogas para conversarmos mais! 
 
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